As redes sociais não são as vilãs e sim a essência humana

No domingo passado, eu estava fazendo as minhas pesquisas por noticias, quando me deparei com este título: “Facebook and Twitter are creating a vain generation of self-obsessed people with child-like need for feedback, warns top scientist”. Nem preciso dizer que, na mesma hora, cliquei no link e li a matéria.

Resumindo o conteúdo, cientista acredita que o Facebook e o Twitter estão criando uma nova geração, que não é nada construtiva. Ela aponta que os usuários do Twitter, que falam sobre suas vidas diariamente, mostram uma necessidade de serem vistos, observados e aprovados como se tivessem em uma crise de identidade, igual quando somos crianças e queremos mostrar tudo que fazemos aos pais para receber um “muito bom meu filho” ou “parabéns, merece um prêmio”.
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Pode Ser Pepsi?

Resolvi falar da Pepsi neste artigo, mas não para fazer propaganda, até porque gosto mais da concorrência, mas para dizer o quanto achei brilhante a nova jogada de marketing, a “pode ser”.

Lembro que logo que saiu a primeira propaganda na TV ouvi algumas pessoas criticarem dizendo: “Isso não faz sentido. A Pepsi está dizendo na propaganda que é inferior, que é segunda opção”. As observações eram deste tipo, com variações, mas voltadas para esta ideia de que era um erro. Mas por que é um erro?

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Quais e quantas redes sociais devo usar?

Que as redes sociais já fazem parte das vidas das pessoas, não se tem mais dúvida. Que as empresas estão aderindo a elas, também não se pode negar. Mas quantas redes sociais devemos ter? Quantidade é qualidade?

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