O primeiro dia da 25 Semana Internacional da Criação Publicitária começou cheia de surpresas. Para mim tudo era novidade, foi minha primeira participação, mas isso não vem ao caso.
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O primeiro dia da 25 Semana Internacional da Criação Publicitária começou cheia de surpresas. Para mim tudo era novidade, foi minha primeira participação, mas isso não vem ao caso.
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Criação publicitária, vez ou outra, até dá margem para a expressão das sempre famosas grandes idéias artístico-premiáveis, mas o mais das vezes é linha de produção mesmo – sem charme, sem glamour -, particularmente quando o Job não pede nada de caráter institucional ou de Soft sell (comerciais que apelam para o onírico, poético, o humor e que apresentam o produto como herói).
Todo e qualquer lugar onde pudermos colocar uma mensagem publicitária, devemos considerar um meio de comunicação, uma mídia. De um brinde promocional a uma rede nacional de televisão, tudo é mídia.
Há, obviamente, um enquadramento técnico que distingue os diferentes meios: rádio e TV são chamados de mídia eletrônica, revistas, jornais, outdoors e folhetos são chamamos de impressa; materiais promocionais como brindes (gifts), balões, faixa de rua etc. são chamados de mídia alternativa, e assim por diante.
Uma preocupação freqüente no momento em que se cria ou se aprova uma peça publicitária é-ou, ao menos, deveria ser-adequar forma e conteúdo da mensagem às características típicas de cada meio de comunicação. Explico melhor: todos nós, por uma série de razões psicológicas, nos comportamos de maneira diferente diante de cada meio de comunicação.
Alguns meios atingem melhor o nosso lado emocional; outros nos pegam pelo lado que entendemos por racional, analítico (leia o artigo: Marketing Racional ou Emocional aqui no blog). Portanto, nada mais óbvio que, sabendo disso, procurarmos extrair de cada meio de comunicação o máximo em rendimento e eficiência que ele poderá nos dar.
Isso mesmo pessoal, mais um motivo para comemorar-mos.
Conrado Adolpho fez nesta quinta-feira uma indicação no Facebook do livro de Cláudio Gabilan, Publicitário Nato.
Como não basta-se a Maré de ondas boas, o Google Alerta fez menção do nosso Blog!
Fiquem ligados que tem mais coisa boa chegando por ai!!!
Promoção na área!!!
Os Blog´s Plugcitários e Publicitário Nato sorteiam livros físicos “Publicitário Nato” – de Cláudio Gabilan.
Esta promoção está rolando no Facebook, para saber mais entre no link http://www.facebook.com/photo.php?fbid=329891733721865&set=a.274274365950269.75862.205871032790603&type=1&theater
Fan Page Plugcitários: http://www.facebook.com/plugcitarios
Leiaute ou Layout, sempre que falo sobre esse assunto eu lembro de Vinicius de Morais: “Beleza é Fundamental”. Sejamos sinceros e admitamos: Ninguém gosta de ver anúncios feios, mal trapilhos, por mais informativos que sejam. Anúncio feio só serve de convite para virarmos a página. É como na época do Souza no Flamengo,(Aff). Por isso temos a obrigação de produzir coisas bonitas; o anúncio TEM de ser bonito. Esta é a primeira forma de mostrarmos ao nosso cliente o quanto o prezamos e gostamos dele. Ele merece isso (mesmo porque é sempre ele quem paga as contas no final).
Não vou tomar seu tempo com determinada questiúncula corrente alhures, acerca de dever o texto publicitário ser curto ou longo. De cara, já vou afirmar que o texto de anúncio não pode mesmo é ser pedante como a frase anterior (questiúncula corrente alhures, acerca de…? Que horror!). Faço a seguir algumas observações baseadas na experiência do dia a dia, e alerto que são apenas observações, porque não creio em normas rígidas para nada, muito menos para um texto publicitário.
Um caso de amor! Diretor de Arte e Redator
Como funciona a criação?
A esmagadora maioria das agências de Propaganda têm nas “Duplas de criação” um de seus pontos nevrálgicos. As duplas são compostas por um redator e um diretor de arte. Grosseiramente falando, um faz o texto; o outro, a imagem.